Apoiadores da reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva fizeram uma passeata pela Terceira Ponte, entre Vitória e Vila Velha, em 24 de outubro de 2026. A manifestação provocou o bloqueio do tráfego de veículos nos dois sentidos da via.
O grupo se reuniu na Praça do Papa, em Vitória, às 13h, e iniciou a caminhada em direção à ponte por volta das 15h. Segundo a organização, o destino era a Prainha, em Vila Velha.
O ato ocorreu na Grande Vitória na véspera do segundo turno das eleições de 2026. A interdição começou no sentido Vila Velha e, por volta das 16h30, passou a abranger os dois sentidos da Terceira Ponte.

Viaturas da Polícia Militar foram vistas em Vitória e Vila Velha. A corporação informou que acompanhava as manifestações políticas e que a estimativa de público deveria ser apurada com a organização.
Concentração na Praça do Papa e caminhada até Vila Velha
Os organizadores não haviam divulgado uma estimativa de participantes até a publicação da reportagem. A mobilização defendia a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva e ocorreu na véspera do segundo turno das eleições de 2026.
Na disputa presidencial, Lula buscava o quarto mandato e enfrentava o senador Flávio Bolsonaro, do PL. O ato pró-Lula na Terceira Ponte integrou uma série de manifestações de apoio ao presidente registradas em diferentes regiões do país.
Além da Grande Vitória, atos semelhantes foram realizados em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A reportagem não informou números de público para essas outras mobilizações.
Bloqueio da Terceira Ponte e acompanhamento da Polícia Militar
A interdição da ponte começou pelo sentido de Vila Velha e, por volta das 16h30, passou a atingir os dois sentidos. O bloqueio envolveu o tráfego de veículos na ligação entre Vitória e Vila Velha.
Viaturas da Polícia Militar foram registradas nas duas cidades durante a manifestação. A corporação informou que acompanhava os atos políticos realizados naquela tarde.
Sobre o público, a Polícia Militar disse que a estimativa deveria ser apurada com os organizadores. Até a publicação da reportagem, eles não haviam tornado público um número de participantes.


